"Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca" (Mateus 26:41)
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Fatores de Risco para Doenças Cardiovasculares

Descubra como vocês podem reduzir seus riscos de ataque de coração (infarto) e ataque cerebral (derrame-AVC). Comecem se dando conta de seus fatores de risco; as características pessoais e hábitos que aumentam suas chances de desenvolvimento de doença cardiovascular. Alguns vocês não podem mudar ou podem controlar; alguns vocês podem fazendo algumas mudanças em seus hábitos diários. Levando em conta estes problemas, vocês aprenderão onde focar seus esforços.
Sua IDADE pode aumentar seus riscos se...
  • você for homem acima dos 45 anos.
  • você for mulher acima dos 55 anos ou estar na menopausa ou tiver tido seus ovários removidos.
Sua história familiar pode aumentar seus riscos se...
  • você tiver pai ou irmão que tiveram infarto antes dos 55 anos, ou a mãe ou irmã que tiveram infarto antes dos 65 anos.
  • você tiver um parente que teve acidente vascular cerebral (AVC-derrame).
Cigarro e tabaco aumentam seu risco se...
  • você fumar, ou viver ou trabalhar com pessoa que fuma todo dia.
Seus níveis de COLESTEROL TOTAL e HDL colesterol podem aumentar seu risco se...
  • seu nível de colesterol total for de 240 mg/dl ou maior.
  • seu nível de HDL (bom) colesterol for menor do que 35 mg/dl.
  • você não conhecer seus níveis de colesterol ou HDL.
Sua PRESSÃO ARTERIAL pode aumentar seu risco se...
  • sua pressão arterial for 140/90 mmHg ou maior, ou saber que seus níveis pressóricos estão muito altos.
  • você não saber o valor da sua pressão arterial
INATIVIDADE FÍSICA pode aumentar seus riscos se...
  • você se exercitar menos do que 30 minutos em pelo menos 3 dias da semana.
Excesso de PESO CORPORAL pode aumentar seus riscos se...
  • se você estiver com 9 Kg ou mais acima do seu peso.
DIABETES aumenta seu risco se...
  • você for diabético ou precisar de medicação para controlar sua glicemia (taxa de açúcar no sangue).
Seu HISTÓRICO MÉDICO pode aumentar seu risco se...
  • você tiver doença arterial coronariana, ou se você já tiver tido um infarto.
  • o medico ter dito que você tem doença da artéria carótida ou se você já teve um AVC (derrame).
  • você tiver batimentos cardíacos anormais (arritmia).
Trabalhando para reduzir, controlar ou prevenir tantos fatores de risco quanto você puder é a sua melhor defesa contra doenças cardiovasculares. Seu coração e cérebro lhe agradecerão, por você ter se cuidado ... assim como seus familiares. Para maiores informações sobre doenças coronarianas e derrame, converse com seu médico e acesse também o site da Sociedade Brasileira de Cardiologia (http://prevencao.cardiol.br/)

Hipertensão Arterial ou Hipertensão Arterial Sistêmica

Popularmente conhecida como "Pressão Alta", a hipertensão arterial sistêmica (HAS), é uma das doenças de maior prevalência no mundo, sendo que aumenta progressivamente com a idade em ambos os sexos. No Brasil estima-se que 22 a 43% da população urbana brasileira, seja portadora de hipertensão É um dos mais importantes fatores de risco para doenças cardiovasculares, está relacionada a 40% das mortes por acidente vascular cerebral (AVC - popular "derrame cerebral") e 25% das mortes por infarto ("ataque cardíaco").

Definição - hipertensão arterial ou "pressão alta", chamada de "assassina silenciosa", pois geralmente não causa qualquer tipo de sintoma durante muitos anos até que um órgão vital (coração, cérebro, rins) seja afetado. A pressão arterial é a força que o fluxo sangüíneo exerce nas artérias. Através de sua medição, dois valores são registrados: o maior, quando o coração se contrai bombeando o sangue (pressão sistólica ou máxima), e o inferior, quando o coração relaxa (pressão diastólica ou mínima). Ocorre quando a pressão sistólica (máxima) em repouso é superior a 140 mm Hg ou 14 cm Hg, ou quando a pressão diastólica (mínima) em repouso é superior 90 mm Hg ou 9 cm Hg, ou ambos. Uma medida isolada com valores altos de pressão arterial não significa que a pessoa tenha hipertensão arterial.

Causa - 90% dos casos de hipertensão não têm suas causas claramente definidas, sendo denominado de hipertensão arterial primária, idiopática ou essencial, por aumento da rigidez das paredes arteriais, fato que é favorecido pela herança genética.

Hipertensão secundária
- ocorre quando um determinado fator causal predomina sobre os demais, embora os outros possam estar presentes Apenas 10% dos casos da hipertensão, tem causa definida. As causas mais freqüentes podem ser por problemas renais (parênquima renal, renovascular), arteriosclerose, problema hormonal, uso de certos tipos de medicamentos (por exemplo, corticóides), feocromocitoma (tumor da supra-renal), problemas relacionados à gestação (DHEG – doença hipertensiva específica da gravidez).

Obesidade, vida sedentária, estresse e ingestão excessiva de álcool ou sal na alimentação podem ter um papel importante em pessoas predispostas a ter hipertensão arterial.

Sintomas da hipertensão arterial - grande parte das pessoas com "pressão alta" não apresenta sintomas, esta falta de sintomas pode fazer com que o paciente esqueça-se de tomar o seu medicamento ou até mesmo questione a sua necessidade, o que leva a grande número de complicações. Geralmente podem ocorrer, por coincidência, manifestações que são atribuídas à pressão alta: dor de cabeça, sangramento do nariz, tontura, rosto avermelhado e cansaço. Esses sintomas, entretanto, também aparecem freqüentemente em pessoas com pressão normal. Uma pessoa com hipertensão arterial severa ou pressão muito alta, que passa um longo período sem tratamento, pode ter sintomas como dor de cabeça, fadiga, náusea, vômito, falta de ar, visão borrada, provocados por danos no cérebro, olhos, coração e rins.

Cuidados para medir a pressão arterial


  • repouso de 15 minutos em ambiente calmo e agradável

  • a bexiga deve estar vazia (urinar antes)

  • após exercícios, ingesta de álcool ou café, ou ter fumado,
aguardar 30 minutos para verificar

  • o manguito do aparelho de pressão deve estar firme e bem
ajustado ao braço e ter a largura de 40% da circunferência
do braço,sendo que este deve ser mantido na altura do coração

  • não falar durante o procedimento

  • esperar 1 a 2 minutos entre as medidas

  • manguito especial para crianças e obesos devem ser usados

  • a posição sentada ou deitada é a recomendada na rotina
das medidas



Tratamento – há duas formas de tratamento, com e sem medicamento.

1- Sem medicamentos, também chamado de mudança do estilo de vida.

- controlar/manter peso corporal em níveis adequados;

-abandonar o cigarro;

- reduzir a quantidade de sal na elaboração de alimentos e retirar o saleiro da mesa;

-utilizar restritamente as fontes industrializadas de sal: alimentos industrializados ("ketchup", mostarda, shoyu, caldos concentrados, etc), embutidos (salsicha, mortadela, lingüiça, presunto, salame, paio, etc), conservas (picles, azeitona, aspargo, palmito, etc), enlatados (extrato de tomate, milho, ervilha, etc), bacalhau, charque, carne seca, defumados e salgados de pacote tipo "snaks", aditivos (glutamato monossódico) utilizados em alguns condimentos e sopas de pacote;

- limitar ou abolir o uso de bebidas alcoólicas;

- dar preferência a temperos naturais como limão, ervas, alho, cebola,

salsa e cebolinha, ao invés de similares industrializados;

- substituir doces e derivados do açúcar por carboidratos complexos (arroz, batata, e fibras) e frutas;.

- incluir, pelo menos, cinco porções de frutas/verduras no plano alimentar diário, com ênfase nos vegetais verdes ou amarelos e nas frutas cítricas;

- optar por alimentos com reduzido teor de gordura e, preferencialmente, do tipo mono ou poliinsaturada, presentes nas fontes de origem vegetal, exceto dendê e coco;

- manter ingestão adequada de cálcio pelo uso de produtos lácteos, de preferência, desnatados;

- identificar formas prazerosas de preparo dos alimentos: assados, crus, grelhados etc.;

- estabelecer plano alimentar capaz de atender às exigências de uma alimentação saudável, do controle do peso corporal, das preferências pessoais e do poder aquisitivo do indivíduo/família;

-controlar os níveis de colesterol e triglicérides;

-
exercício físico regular (caminhada, ciclismo, natação e corrida, realizados numa intensidade entre 50% e 70% da freqüência cardíaca de reserva veja fórmula abaixo*), A freqüência de exercício preconizada é de 3 a 5 sessões por semana, cada uma com duração de 15 a 60 minutos, antes de iniciar atividade física, faça uma avaliação com seu médico ou cardiologista.

*Freqüência cardíaca de exercício (FCE)

FCE = (FC máxima - FC basal)x(50 a 70% intensidade) + FC basal

onde FC máxima = 220 - idade em anos e FC basal = freqüência cardíaca em repouso, onde < 50% corresponde a exercício leve e 50 a 70% corresponde a exercício moderado.

2- Medicamentoso: deve ser prescrito e acompanhado pelo seu médico.


DENGUE



DENGUE

O QUE VOCÊ DEVE SABER


Como se pega Dengue?

A Dengue é uma doença viral transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. Ele é muito pequeno, mas fácil de identificar pelos seus hábitos. Não há transmissão por contato direto de um doente ou de suas secreções com uma pessoa sadia, nem de fontes de água ou alimento.

Como é o mosquito?

Sintomas

Os seguintes sintomas podem fazê-lo suspeitar de Dengue:

Tratamento

A pessoa com Dengue deve ficar em repouso, beber muito líquido e só usar medicamento para aliviar as dores e a febre, mas sempre com indicação do médico. A pessoa NÃO PODE
tomar remédios à base de ácido acetil salicílico (por exemplo: Aspirina, AAS, Alidor, Somalgin, Melhoral, Ronal, Alka-Setzer, Buferin, Cheracap, Doril, Engov, Migrane, Sonrisal, Superhist, Benegrip, Termogripe, etc). Na duvida olhar a bula para ver se na composição do remédio existe Ácido Acetil Salicílico.

Como evitar a doença?

A única maneira de evitar a dengue é não deixar o mosquito nascer. Para isso, é necessário acabar com os criadouros (lugares de nascimento e desenvolvimento dele). Ou seja: não deixe a água, mesmo limpa, ficar parada em qualquer tipo de recipiente como:

Também não se esqueça de tapar:

Dicas

Artigos Saúde - 1

Dor de cabeça e enxaqueca


Existem mais de cem tipos de dores de cabeça, sendo que as mais comuns são a do tipo tensional e a enxaqueca- ((ê) Substantivo feminino. 1.Med. Síndrome constituída por cefaléias periódicas, muitas vezes unilaterais, e que se acompanham de náusea, vômito e perturbações sensoriais variáveis. [Sin., bras., pop.: mururu.] – Dic. Aurélio, 2004.

Dor de cabeça é definida como a presença da sensação dolorosa na cabeça, pescoço e face. As cefaléias, nome científico das dores de cabeça, podem ser primárias ou secundárias.

As cefaléias primárias são aquelas causadas por distúrbios bioquímicos do próprio cérebro.

As cefaléias secundárias, causadas por problemas em quaisquer regiões do corpo, podem ter inúmeras causas (tumores cerebrais, meningites, auneurismas, problemas dos olhos, ouvidos, garganta e até um simples resfriado podem ser responsáveis por dores de cabeça secundárias)

De forma simplista, a dor de cabeça tensional é caracterizada por uma sensação dolorosa leve a moderada, enquanto a enxaqueca é uma dor de moderada a intensa que pode se agravar com a exposição do paciente à claridade e sons altos. A enxaqueca possui outros sintomas, como irritabilidade, inquietação, perda de apetite, náuseas, vômito e visão embaraçada. As crises que em muitos pacientes se manifestam com dores de um único lado da cabeça, podem durar dias e muitas vezes são incapacitantes. Estima-se que aproximadamente 15% da população mundial sofrem de enxaqueca. Lembre-se que toda dor de cabeça tem uma causa, e que só um Neurologista pode avaliá-la corretamente, excluir causas mais sérias e prescrever o tratamento adequado.